quarta-feira, 14 de abril de 2010

...no vácuo.
Sem idéias, sem vontades...
As metas estão distantes.
Estacionei na normose.
Acordar, almoçar, estudar, trabalhar...
Só a rotina...
essa escada que não vai a lugar algum.
Caminhos sem fim...
Se isso estivesse acontecendo com o coração vazio, talvez fosse perfeito.
Todavia, o relógio que me acorda, é a saudade...
Meu menu, são as vontades...
Estudo maneiras de reverter a situação...
Trabalho em busca de soluções...
Alguém colocou a palavra “oximoro” diante de meus olhos, e em decorrência da minha curiosidade, pesquisei.
Encontrei tantos oximoros em mim.
Lembro tentando esquecer.
Quero não querendo.
Espero sem esperar.
...e por aí vai.
É bom achar uma definição.
Assim, as coisas não parecem mais tão sem sentido.
Consigo até entender as palavras de José Cláudio Flores em seu Poema Sem Sentido...
Consigo até me entender...
Sou vitima de oximoros.

Tudo bem, afinal, mesmo perdido, estou em paz...

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