Esperando...
Ah, como são insanos
Os sentimentos que carrego...
Mesmo causando tantos danos,
Sempre à eles me entrego...
Vivo em sonhos nesfastos...
E na realidade que me convem.
Sou o sonho dos incenssatos...
Não sou realidade de ninguem.
Sentir por dentro um vazio...
Que não é minha opção.
Da navalha, escolhi o fio...
Da vida, ganhei a solidão.
Se já escolhi meu paraiso...
Nele me resta viver.
Por ser assim indeciso...
Aprendi o que é perder...
Como tudo é passageiro...
Seja onde for.
Vou esperar, inteiro...
O retorno do amor.
Seja ele novo ou antigo...
Seja simples ou confusão.
Serei sempre dele, amigo...
Me entregarei de coração.
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